Mulher garante que James Brown foi assassinado e polícia pode abrir nova investigação

Jacque Hollander se encontrou com o procurador Paul Howard na última quarta-feira, dia 12, e entregou uma caixa com supostas provas do assassinato do ícone do funk e soul James Brown. As informações foram confirmadas por um porta-voz do condado de Fulton, onde a ação judicial está em processo.

De acordo com o procurador, o próximo passo da investigação será entrevistar Jacque e analisar o material apresentado. E, se o conteúdo for legitimado, uma nova investigação será iniciada em maior escala, garantiu Howard.

Em 2017, uma investigação sobre a morte do cantor foi aberta após Jacque revelar que tinha informações sobre o crime e 13 pessoas afirmarem que acreditam no assassinato do artista.

O músico morreu em 2006, aos 73 anos, em consequência de um ataque cardíaco e líquido nos pulmões. Contudo, uma reportagem da CNN, de 2019, revelou que até mesmo o médico responsável pelo documento de óbito suspeitou do crime.

“Ele mudou muito rápido. Ele era um paciente que eu nunca imaginaria ter isso. Mas ele morreu naquela noite, e eu levantei a questão: ‘O que deu errado naquele quarto’?”, disse o Dr. Marvin Crawford.

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